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Árvores antigas e ícones da savana africana estão morrendo - 13.06.2018

Cientistas internacionais descobriram que a maioria dos baobás mais antigos e maiores da África morreram nos últimos 12 anos.

Eles suspeitam de que a morte possa estar ligada a mudanças climáticas, embora não tenham evidência direta disso.

As árvores que morreram ou estão morrendo são encontradas no Zimbábue, Namíbia, África do Sul, Botsuana e Zâmbia. Elas têm entre 1.000 e mais de 2.500 anos de idade.

Também conhecidos como "árvores-do-rato-morto", devido ao formato de seus frutos, os baobás têm troncos robustos e sem ramificação.

Eles armazenam grandes quantidades de água no seu interior para suportar as duras condições das zonas áridas em que vivem.

 Também dão suporte à vida selvagem e são importantes locais para construção de ninhos de aves.

No Brasil, as poucas árvores da espécie se concentram principalmente no Estado de Pernambuco.

(Foto) - Panke, o mais antigo baobá africano conhecido, que aparece nesta imagem registrada em 1997, foi um das árvores que morreram. (Fonte:BBC)

 

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